{"id":1570,"date":"2025-07-29T12:28:52","date_gmt":"2025-07-29T15:28:52","guid":{"rendered":"https:\/\/dimensa.com\/blog\/?p=1570"},"modified":"2025-10-28T13:46:44","modified_gmt":"2025-10-28T16:46:44","slug":"regulamentacao-das-fintechs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dimensa.com\/blog\/regulamentacao-das-fintechs\/","title":{"rendered":"Regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs: quais s\u00e3o as leis que regem o setor?"},"content":{"rendered":"\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs tem sido um dos principais fatores para o <strong>crescimento e fortalecimento do setor financeiro digital<\/strong>. Com normas mais claras, as empresas conseguem inovar sem comprometer a seguran\u00e7a dos consumidores e a estabilidade do mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a <a href=\"https:\/\/dimensa.com\/blog\/gestao-de-compliance\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">gest\u00e3o de compliance<\/a> tem um papel essencial nesse cen\u00e1rio, garantindo que as fintechs atuem em conformidade com as exig\u00eancias regulat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos anos, o setor financeiro passou por grandes transforma\u00e7\u00f5es. A digitaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os financeiros trouxe mais praticidade, mas tamb\u00e9m exigiu medidas para evitar fraudes e garantir transpar\u00eancia nas opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante disso, a regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs se tornou um pilar para o <strong>equil\u00edbrio entre inova\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a<\/strong>. A seguir, descubra quais s\u00e3o as normas aplic\u00e1veis, como as fintechs podem atuar e como automatizar o compliance.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como se deu a evolu\u00e7\u00e3o das fintechs?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>As fintechs ganharam espa\u00e7o <strong>ap\u00f3s a crise financeira de 2008<\/strong>, quando a confian\u00e7a nos bancos tradicionais diminuiu, abrindo oportunidades para modelos financeiros mais \u00e1geis e acess\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Empresas de tecnologia identificaram esse momento como uma chance de oferecer <strong>servi\u00e7os mais eficientes e menos burocr\u00e1ticos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, as <a href=\"https:\/\/www.econ.puc-rio.br\/uploads\/adm\/trabalhos\/files\/Julia_Zacconi_Rudge_Mono_22.2.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">primeiras fintechs<\/a> surgiram em 2010, com <strong>foco em pagamentos e transfer\u00eancias<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<p>O cen\u00e1rio econ\u00f4mico da \u00e9poca, caracterizado por taxas banc\u00e1rias elevadas e um grande n\u00famero de pessoas sem acesso a servi\u00e7os financeiros, impulsionou a demanda por alternativas inovadoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2016 e 2018, o setor cresceu rapidamente. O Banco Central implementou as <strong>primeiras diretrizes para regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs<\/strong>, incluindo a <a href=\"https:\/\/normativos.bcb.gov.br\/Lists\/Normativos\/Attachments\/50579\/Res_4656_v1_O.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">resolu\u00e7\u00e3o 4.656\/2018<\/a>, que estabeleceu regras para essas empresas.<\/p>\n\n\n\n<p>Diferente dos bancos tradicionais, as fintechs atuam com estruturas mais leves e processos automatizados, o que reduz custos operacionais e amplia o acesso a servi\u00e7os financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2020 e 2022, o setor passou por um per\u00edodo de consolida\u00e7\u00e3o, marcado por fus\u00f5es e aquisi\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas. O <strong>lan\u00e7amento do Pix<\/strong> tamb\u00e9m impulsionou a digitaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os financeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2024, o Brasil j\u00e1 contava com uma grande diversidade de fintechs, atuando em segmentos como cr\u00e9dito, investimentos e seguros.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs no Brasil?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o das fintechs na \u00faltima d\u00e9cada exigiu mudan\u00e7as nas normas do setor financeiro. A digitaliza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os trouxe mais praticidade, mas tamb\u00e9m <strong>aumentou os <\/strong><a href=\"https:\/\/dimensa.com\/blog\/risco-regulatorio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>riscos<\/strong><\/a><strong> de fraudes e golpes<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs surgiu para equilibrar esse cen\u00e1rio, protegendo tanto as empresas quanto os consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p>O Banco Central do Brasil estabeleceu diretrizes que ampliaram a autonomia das fintechs, trazendo benef\u00edcios como:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Redu\u00e7\u00e3o de custos operacionais.<\/li>\n\n\n\n<li>Mais agilidade nas transa\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Transpar\u00eancia nas opera\u00e7\u00f5es financeiras.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Prote\u00e7\u00e3o de dados dos usu\u00e1rios.&nbsp;<\/li>\n\n\n\n<li>Maior inclus\u00e3o financeira.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Uma das iniciativas mais importantes foi a cria\u00e7\u00e3o dos <strong>sandboxes regulat\u00f3rios<\/strong>. Esses ambientes permitem que fintechs testem novos modelos de neg\u00f3cio sob a supervis\u00e3o das autoridades financeiras, o que garante seguran\u00e7a e inova\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de tantos avan\u00e7os, tecnologias como blockchain e ativos digitais ainda carecem de regulamenta\u00e7\u00f5es mais espec\u00edficas. O desenvolvimento sustent\u00e1vel do setor depende de <strong>normas claras<\/strong> que protejam os usu\u00e1rios sem limitar a inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<script src=\"https:\/\/js.hsforms.net\/forms\/embed\/9358962.js\" defer><\/script>\n<div class=\"hs-form-frame\" data-region=\"na1\" data-form-id=\"7357329d-e1e9-4646-8b8f-ed28cc9acec6\" data-portal-id=\"9358962\"><\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quais s\u00e3o as leis de regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs no Brasil?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs no Brasil \u00e9 estruturada a partir de duas <a href=\"https:\/\/dimensa.com\/blog\/resolucoes-cvm\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">resolu\u00e7\u00f5es<\/a> do Banco Central, que redefiniram a atua\u00e7\u00e3o dessas empresas no mercado financeiro.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 4.656<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Essa norma <strong>definiu dois modelos de fintechs de cr\u00e9dito<\/strong>: a Sociedade de Cr\u00e9dito Direto (SCD) e a Sociedade de Empr\u00e9stimo entre Pessoas (SEP).<\/p>\n\n\n\n<p>Ambas devem ser constitu\u00eddas como Sociedades An\u00f4nimas, seguindo as regras da Lei n\u00ba 6.404\/76, e precisam de autoriza\u00e7\u00e3o do Banco Central para operar.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, isso significa que <strong>as fintechs podem conceder cr\u00e9dito de forma independente<\/strong>, sem a necessidade de parcerias com bancos tradicionais. Essas empresas tamb\u00e9m podem realizar an\u00e1lises de cr\u00e9dito, emitir moeda eletr\u00f4nica e atuar como representantes de seguros.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes dessa regulamenta\u00e7\u00e3o, fintechs enfrentavam diversas restri\u00e7\u00f5es, como a impossibilidade de realizar opera\u00e7\u00f5es de cust\u00f3dia de valores ou securitiza\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos sem a intermedia\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Com a resolu\u00e7\u00e3o, essas barreiras foram reduzidas, facilitando a entrada de novas empresas no setor e estimulando a concorr\u00eancia. Como resultado, observou-se uma queda nas taxas de juros e um aumento na oferta de servi\u00e7os financeiros acess\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Resolu\u00e7\u00e3o n\u00b0 4.657<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o 4.657 <strong>ampliou as possibilidades de atua\u00e7\u00e3o das fintechs no Brasil<\/strong>. Uma das mudan\u00e7as mais importantes foi a permiss\u00e3o para que essas empresas securitizassem seus pr\u00f3prios ativos, algo que antes dependia de parcerias com bancos tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Agora, fintechs podem realizar opera\u00e7\u00f5es de cust\u00f3dia, comercializar direitos credit\u00f3rios e securitizar cr\u00e9ditos sem precisar da intermedia\u00e7\u00e3o de uma institui\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a norma possibilitou que fintechs sejam geridas por fundos de investimento, tanto nacionais quanto estrangeiros.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro ponto importante da regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs \u00e9 a exig\u00eancia de que essas empresas sejam <strong>constitu\u00eddas como Sociedades An\u00f4nimas<\/strong>, com um capital social m\u00ednimo de R$1 milh\u00e3o. Essa exig\u00eancia fortalece a estrutura do setor e garante mais seguran\u00e7a para consumidores e investidores.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como as fintechs podem atuar no Brasil?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs no Brasil define duas principais modalidades para empresas que desejam oferecer servi\u00e7os de cr\u00e9dito por meio de plataformas eletr\u00f4nicas: a SEP e a SCD.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sociedade de Empr\u00e9stimo entre Pessoas (SEP)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As SEPs atuam como plataformas digitais que conectam solicitantes de cr\u00e9dito a investidores interessados em emprestar dinheiro. Pela regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs, essas empresas podem cobrar tarifas pela intermedia\u00e7\u00e3o financeira.<\/p>\n\n\n\n<p>Cada credor pode investir at\u00e9 <strong>R$15 mil por opera\u00e7\u00e3o<\/strong>, e a an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o financeira dos solicitantes inclui hist\u00f3rico de pagamentos e capacidade de quita\u00e7\u00e3o do empr\u00e9stimo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Com isso, as SEPs operam no modelo de Peer to Peer Lending (P2P), permitindo que pessoas f\u00edsicas ou jur\u00eddicas invistam diretamente no mercado de cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sociedade de Cr\u00e9dito Direto (SCD)<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As SCDs, por outro lado, atuam diretamente no mercado de cr\u00e9dito, concedendo empr\u00e9stimos com recursos pr\u00f3prios por meio de plataformas digitais.<\/p>\n\n\n\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs impede que essas empresas captem dinheiro do p\u00fablico para financiar suas opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da concess\u00e3o de cr\u00e9dito, as SCDs podem oferecer servi\u00e7os complementares, como <strong>an\u00e1lise de cr\u00e9dito para terceiros e a distribui\u00e7\u00e3o de seguros<\/strong> vinculados \u00e0s opera\u00e7\u00f5es realizadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Em outras palavras, exercem fun\u00e7\u00f5es que antes eram exclusivas das institui\u00e7\u00f5es financeiras tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qual \u00e9 o futuro das fintechs no Brasil?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Como mencionado acima, o setor de <a href=\"https:\/\/dimensa.com\/blog\/futuro-das-fintechs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">fintechs<\/a> no Brasil passa por transforma\u00e7\u00f5es impulsionadas pela regulamenta\u00e7\u00e3o e pela ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante disso, tend\u00eancias como <strong>finan\u00e7as integradas, RegTech, open data, seguran\u00e7a digital e inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica<\/strong> est\u00e3o moldando o mercado financeiro.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Embedded finance<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs tem favorecido a integra\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os financeiros em plataformas n\u00e3o financeiras. Empresas de varejo, por exemplo, passaram a oferecer cart\u00f5es de cr\u00e9dito, seguros e investimentos diretamente em seus aplicativos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse modelo, conhecido como <strong>embedded finance<\/strong>, atende \u00e0 demanda dos consumidores por solu\u00e7\u00f5es de pagamento integradas ao dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>RegTech<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As <strong>tecnologias regulat\u00f3rias<\/strong> t\u00eam modernizado a forma como as fintechs gerenciam a conformidade com normas do setor financeiro.<\/p>\n\n\n\n<p>O uso de intelig\u00eancia artificial possibilita o <strong>monitoramento em tempo real de transa\u00e7\u00f5es suspeitas<\/strong>, auxiliando na preven\u00e7\u00e3o de fraudes e assegurando a gest\u00e3o eficiente do compliance.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Open data<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs tem proporcionado o compartilhamento seguro de dados que, por sua vez, <strong>fortalece o open finance<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse modelo permite que informa\u00e7\u00f5es financeiras sejam acessadas por diferentes institui\u00e7\u00f5es, com autoriza\u00e7\u00e3o do usu\u00e1rio, viabilizando servi\u00e7os personalizados e ampliando a competitividade no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3xima etapa dessa evolu\u00e7\u00e3o inclui a<strong> integra\u00e7\u00e3o com dados de outros setores<\/strong>. Por exemplo, informa\u00e7\u00f5es sobre consumo de energia podem ser utilizadas para an\u00e1lises mais precisas de cr\u00e9dito.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Preven\u00e7\u00e3o e combate a fraudes<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A seguran\u00e7a digital tem sido refor\u00e7ada por tecnologias como a biometria avan\u00e7ada, o blockchain e a intelig\u00eancia artificial. Essas solu\u00e7\u00f5es permitem a <strong>detec\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es suspeitos <\/strong>e garantem a rastreabilidade das transa\u00e7\u00f5es, reduzindo riscos de fraudes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Tecnologias emergentes<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As regulamenta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m t\u00eam acompanhado a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica do setor.&nbsp; Avan\u00e7os como contratos inteligentes baseados em blockchain possibilitam a automa\u00e7\u00e3o de processos e maior efici\u00eancia em transa\u00e7\u00f5es financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>No Brasil, fintechs j\u00e1 exploram solu\u00e7\u00f5es inovadoras, como pagamentos por reconhecimento facial e assistentes virtuais com IA generativa, <strong>aprimorando a experi\u00eancia do usu\u00e1rio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como acompanhar as novas regulamenta\u00e7\u00f5es das fintechs?<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A conformidade regulat\u00f3ria \u00e9 um desafio constante para o setor. Para garantir uma gest\u00e3o de compliance eficiente, a plataforma <a href=\"https:\/\/dimensa.com\/blog\/regwatch\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>RegWatch<\/strong><\/a><strong> da Dimensa<\/strong> oferece um monitoramento automatizado das normas financeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>A solu\u00e7\u00e3o consolida informa\u00e7\u00f5es de <strong>mais de 150 fontes regulat\u00f3rias nacionais e internacionais<\/strong>, como Banco Central, CVM e Susep, proporcionando alertas autom\u00e1ticos sobre novas diretrizes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Principais recursos da plataforma<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>monitoramento automatizado via intelig\u00eancia artificial;<\/li>\n\n\n\n<li>dashboard personalizado para gest\u00e3o de compliance;<\/li>\n\n\n\n<li>an\u00e1lise pr\u00e9via de normativos por especialistas;<\/li>\n\n\n\n<li>sistema de workflow para acompanhamento de a\u00e7\u00f5es;<\/li>\n\n\n\n<li>publica\u00e7\u00e3o e controle de pol\u00edticas internas.&nbsp;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A centraliza\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es reduz riscos de <a href=\"https:\/\/dimensa.com\/blog\/nao-conformidade\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>n\u00e3o conformidade<\/strong><\/a>, garantindo que as fintechs atuem dentro das exig\u00eancias regulat\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Conhe\u00e7a o <a href=\"https:\/\/dimensa.com\/regwatch\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>RegWatch da Dimensa<\/strong><\/a> e implemente uma solu\u00e7\u00e3o que otimiza a regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs!<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Em resumo<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Quem regulamenta as fintechs no Brasil?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>As fintechs <strong>s\u00e3o regulamentadas pelo Bacen<\/strong>, que estabelece normas e diretrizes para o funcionamento dessas institui\u00e7\u00f5es financeiras. Al\u00e9m disso, o CMN tamb\u00e9m desempenha um papel importante na defini\u00e7\u00e3o das principais pol\u00edticas que afetam o setor.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Qual a diferen\u00e7a entre SCD e SEP?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A principal <strong>distin\u00e7\u00e3o entre SEP e SCD<\/strong> \u00e9 que a SEP atua como uma plataforma que liga tomadores de empr\u00e9stimos a investidores, enquanto a SCD concede cr\u00e9dito diretamente aos consumidores. A SEP n\u00e3o usa recursos pr\u00f3prios, e a SCD utiliza.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que diz a resolu\u00e7\u00e3o 4656?<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>A resolu\u00e7\u00e3o 4656\/18 das fintechs <strong>criou dois modelos de neg\u00f3cios<\/strong>: Sociedade de Cr\u00e9dito Direto e Sociedade de Empr\u00e9stimo entre Pessoas, facilitando a entrada de novos players no mercado. Ambas exigem registro como SAs e autoriza\u00e7\u00e3o do Bacen.<\/p>\n\n\n\n<p><em>cr\u00e9ditos da imagem: Freepik<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o das fintechs tem sido um dos principais fatores para o crescimento e fortalecimento do setor financeiro digital. Com normas mais claras, as empresas conseguem inovar sem comprometer a seguran\u00e7a dos consumidores e a estabilidade do mercado. 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